Após responder a uma bateria de perguntas, Marcelo Rebelo de Sousa fez questão de comentar longamente aquilo que os jornalistas não haviam perguntado: “a evolução negativa e preocupante” registada nos últimos anos por Portugal no ranking da Transparência Internacional (TI), que mede a percepção da corrupção, divulgado nesta terça-feira e no qual o país recua para a pior pontuação desde 2012. Para o chefe de Estado, a percepção da corrupção é como a da segurança (ou, no caso, insegurança): “O que interessa é a imagem que as pessoas têm". Será mesmo assim?

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