O primeiro desafio está ultrapassado. Chumbadas, como esperado, as duas moções de rejeição propostas pelos partidos mais à esquerda do hemiciclo, Luís Montenegro saiu do Parlamento ao final da manhã desta sexta-feira com o seu executivo em “plenitude de funções”, como o próprio se limitou a dizer. Terá tempo e capacidade de negociação para executar o seu programa?

Luís Montenegro não vai de férias em penitência pelas idas ao Mundial?
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Seguro esteve bem na crise dos exames?
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Porque é que o Governo gosta mais de Fernando Alexandre do que Luís Neves?
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