Marcelo Rebelo de Sousa tem agora uma realidade – e não um “cenário” – muito mais complexa de gerir do que quando iniciou o seu primeiro mandato presidencial em 2016. A sua presença em Belém coincide com o crescimento da direita radical populista e a recente decisão de convocar eleições na sequência da demissão de António Costa acabou por resultar na transformação do Chega num partido de grande peso na Assembleia da República. A Aliança Democrática (AD) venceu as eleições e elegeu 79 deputados com 28,66% dos votos. O PS ficou com 77 deputados e um resultado de 28,70%. O Chega é o vencedor da noite eleitoral com um crescimento em que mais do que quadruplica a bancada. Tornou-se Portugal ingovernável?

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