Depois de, na quarta-feira, ter ficado claro que a redução da idade da reforma é uma causa perdida, o líder do Chega, André Ventura, deu gás a algumas das suas propostas para o pacote laboral e prometeu aos trabalhadores “a maior vitória das últimas décadas” com a criação do subsídio de turno para um milhão de pessoas, a reposição dos três dias de férias em função da assiduidade ou a correcção do “erro” do Governo na amamentação. Depois de dada como morta, a reforma laboral vai mesmo seguir em frente graças à "coligação" PSD-Chega.

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