Contra e irrevogável. São estas as duas garantias que André Ventura anunciou quanto ao sentido de voto do Chega à proposta do Governo de Orçamento do Estado para 2025. Numa conferência de imprensa, nesta terça-feira, em que acusou o Governo da Aliança Democrática de dar com uma mão para tirar com a outra, o líder populista voltou a lamentar que o primeiro-ministro, Luís Montenegro, tenha negligenciado o Chega para privilegiar o PS no que à negociação do Orçamento diz respeito.

Sebastião Bugalho acha que a imigração está a pôr em causa a "coesão social portuguesa"?
10:51

Sobreviverá o Livre sem a liderança de Rui Tavares?
10:28

Quem ganhou e quem perdeu na PSU?
07:21