“O que eu quero acabar é com ser o Governo, os partidos a indicarem o procurador-geral da República.” É com esta frase que o candidato presidencial André Ventura nega ter havido um recuo na sua posição face à que era defendida pelo partido que lidera – o Chega. No frente-a-frente com António José Seguro, Ventura defendeu que a nomeação deveria ser feita “dentro da corporação do Ministério Público”, mas o projecto de revisão constitucional do Chega, em 2022, advogava nomeação e exoneração por parte do Presidente da República. À margem de uma iniciativa de campanha com estudantes da Universidade Lusíada, em Lisboa, André Ventura foi confrontado com as diferentes posições e negou tratar-se de um recuo porque continua a defender uma forma de nomeação “diferente da que temos hoje”. Neste Soundbite ouvimos a análise.

Marcelo pede mais imigrantes para reconstruir o país. O Governo aceita?
07:18

Sondagem PÚBLICO/RTP: Seguro ganha, mas Ventura pode ter mais do que a AD
11:42

Leonor Beleza apoia Seguro: campanha dissimulada de Montenegro?
10:44