"As intempéries vieram calhar como sopa no mel" no caso das obras da linha do Oeste, quem o diz é o porta-voz da Comissão Para a Defesa da Linha do Oeste, Rui Raposo. É um "empurrar de barriga" que vai fechar a linha durante, pelo menos, nove meses, sem que a CP tenha preparado um plano de mobilidade rodoviário alternativo. Miguel Pinto Luz, com a pasta das infra-estruturas, ainda antes da avaliação apressou-se em referir os nove meses de paragem para o comboio que liga Lisboa às Caldas da Rainha à Figueira da Foz e a Coimbra, com particular impacto na mobilidade regional. Sem comboios novos, a CP aproveita a paragem para poupar o material circulante que escasseia e a Infraestruturas de Portugal fica com a linha livre para as obras que acumulam anos de atrasos.
Neste episódio ouvimos o porta-voz da Comissão Para a Defesa da Linha do Oeste, Rui Raposo.
São também tema deste episódio a falta de PDA's na linha do Vouga, a aposta em França da Medway e a parceira entre a Stadler e a Critical Software.

CP ganha mais autonomia de gestão. O que muda?
19:46

IP corrige erros da modernização na linha do Minho. Como vai ser no Alentejo?
39:06

CP prepara o futuro mas está a esquecer o presente
44:13