Acredita que os opostos são fundamentais para fazer crescer uma empresa e diz que uma equipa constituída só por “Ronaldos” seria a pior do mundo. O chairman da Kraft Heinz já preparou a sua sucessão e, agora que tem mais tempo, pretende estar mais em Portugal. Diz que o país tem de atrair mais progresso e com isso gerar mais postos de trabalho. Oiça a conversa com Miguel Patrício no podcast Ser ou Não Ser

Paula Viegas, Diretora de Sustentabilidade do Banco Montepio: “Portugal podia investir mais em títulos de impacto social”
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Miguel Neiva, criador do sistema de identificação de cores para daltónicos: “É possível ganhar dinheiro a fazer o bem”
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Fernanda Freitas: “Se houvesse mais inovação social em Portugal e no mundo, não teríamos nem um décimo dos problemas que temos”
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