Candidato presidencial quer ser presidente de "todos, todos, todos". E garante que uma margem folgada na votação lhe dá uma legitimidade diferente para desempenhar funções.

Cavaco: "Ruído mediático é muito pouco justificativo"
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Ruy de Carvalho. Lisboa? Amo-a loucamente!
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Luís Neves: "Claro que não vou pôr o lugar à disposição"
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