Era sequer possível Farioli não se apaixonar por futebol? Francesco viveu uma infância tranquila na Toscana, rodeado de livros, de poesia e muito “calcio”. Inspirado pelos anos dourados do futebol italiano, Farioli ainda sonhou ser guarda-redes profissional, mas faltava-lhe o principal atributo: a altura.
Os colegas de balneário reconhecem-lhe a liderança desde cedo. Era o “capobanda”. Não se tornou o sucessor de Buffon, mas na Toscana da sua infância, desenhou-se outro futuro para Francesco.
Neste episódio ouvimos o pai Massimo, o olheiro da Atalanta que o acompanhou desde os seis anos, o treinador que o levou do Margine Coperta - o clube logo ao lado de casa - até ao Freccia Azzurra, em Pisa, onde os antigos colegas de equipa até hoje torcem por ele.
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