Ex-ministra do Trabalho Ana Mendes Godinho diz que greve geral foi um “fortíssimo sinal de alarme para o Governo”, que deve “retirar consequências” e “mudar de rumo”. O anteprojeto, como está, não será aprovado pelos deputados, muito menos se não tiver acordo na Concertação Social. Neste entrevista à Renascença, a governante desafia ainda Luís Montenegro a fixar na lei o aumento do salário mínimo para 1.600 euros.