O promotor deixa duras críticas à política cultural, que em 51 anos de democracia nunca incluiu os privados, e às sucessivas tutelas, que deviam ser lideradas por um gestor. Álvaro Covões garante que não se ouvem protestos de mais empresários, porque têm medo de represálias. Acusa ainda a Autoridade da Concorrência de falta de transparência, no âmbito da entrada em Portugal da gigante norte-americana Live Nation, e alerta para o peso dos estrangeiros na economia nacional.