Mário Cagica considera que o primeiro golo da seleção surgiu "em boa hora" e que espelhou as fragilidades defensivas de uma equipa dos Estados Unidos que "ainda não encontrou o coletivo".
Mário Cagica considera que o primeiro golo da seleção surgiu "em boa hora" e que espelhou as fragilidades defensivas de uma equipa dos Estados Unidos que "ainda não encontrou o coletivo".