Ministro Adjunto e da Reforma do Estado avisa que não pode ser o Tribunal de Contas a fazer "avaliações políticas" e rejeita que algum partido tenha exigido baixar limite do visto prévio para os 5 milhões de euros. Gonçalo Matias rejeita que problemas na correção dos exames esteja relacionada com a reforma do ministério da Educação: "Houve questões técnicas, de onde foi posto o agrafo", afirma.