Qual operário das fábricas do Minho ou da Azambuja ou médico de cuidados intensivos, o vírus também nunca parou de trabalhar para todos.Será mesmo assim “democrático” como ouvimos nestes meses?
A pandemia deu o corpo a um manifesto que parece expor as fragilidades de quem menos tem na carteira e mais dificilmente chega a saúde, educação ou cuidados de terceira idade.
Impactos e soluções em debate com Pedro Pita Barros, economista especialista em saúde e Pedro Góis, sociólogo e professor na Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra.