Um homem que percebe de cérebros como poucos em Portugal atirou-se de cabeça à empreitada de defender porque "escrever à mão'' é importante. Num mundo onde os teclados e os ecrãs estão sempre presentes, Alexandre Castro Caldas foi coerente. Primeiro escreveu o livro "à mão", só depois se atirou às teclas.
Neste Da Capa à Contracapa vamos debater o seu livro ''Escrever à Mão''. Será que as crianças e jovens estão a perder competências por trocarem demasiado o lápis pelo telemóvel? Os nossos cérebros ressentem-se da falta da escrita em papel na nossa vida? Como isto se liga à educação que temos ?
Para conversar com o neurologista Alexandre Castro Caldas recebemos a psicóloga da educação Joana Rato.