Não há dados sobre o futuro. Ainda assim, o exercício de projeção de tendências e cenários é essencial para decisores políticos, empresas e instituições. Que resultados concretos existem da aplicação do pensamento prospetivo? Com que ferramentas de análise trabalham estes especialistas? Antecipar cenários é mais difícil em determinadas áreas sociais ou escalas temporais e geográficas? E Portugal, para que cenários se deve preparar?
É esse o trabalho de Ricardo Borges de Castro, autor do ensaio "Pensar o Futuro, Portugal e o Mundo em Prospetiva Estratégica". Numa edição do "Da Capa à Contracapa" gravada ao vivo na Feira do Livro de Lisboa, contamos com as reflexões da especialista em assuntos europeus Sónia Ribeiro e o economista José Maria Pimentel.