Pod Notícias 039 - Consumo de podcasts já equilibra áudio e vídeo

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Olá, eu sou Leo Lopes e num oferecimento da Auphonic - seu piloto automático de áudio, está de volta o Pod Notícias, o podcast que traz até você um resumo de tudo o que acontece de mais importante no mercado de podcasts no Brasil e no mundo!

Hoje é segunda-feira, dia 12 de outubro de 2026, e esta é a nossa 39ª edição!


Caso você ainda não saiba, a partir de agora o Pod Notícias tem também uma Newsletter, enviada diretamente para o seu e-mail 3x por semana, sempre às 9 da manhã, pra você acompanhar de perto toda a movimentação do nosso mercado, que cresce a cada dia.

Na edição de segunda você recebe o resumo do episódio da semana com os links pra ouvir no seu agregador preferido, e na quarta e na sexta você recebe as principais notícias dos últimos dias, que não necessariamente vão entrar no podcast. 

Então se você é ouvinte, podcaster, trabalha em produtora, agência ou representa alguma marca, ou atua em qualquer etapa da cadeia produtiva de podcasts, não deixe de assinar a nova Newsletter agora mesmo em podnoticias.com.br/newsletter!


1. Pesquisa da SiriusXM Media e da Edison Research mostra que áudio e vídeo convivem bem no consumo de podcast

Enquanto a gente aqui no Brasil ainda debate se precisa ou não migrar pro vídeo, nos Estados Unidos uma pesquisa recente mostra que essa já deixou de ser uma escolha entre um formato ou outro. Um estudo da SiriusXM Media com a Edison Research, feito no segundo trimestre com mais de 2 mil consumidores mensais de podcast, mostra que nove em cada dez ouviram um programa em áudio no último mês, e 89% assistiram a um videocast no mesmo período - e 70% fizeram as duas coisas. Só 10% ficaram exclusivamente no áudio e 20% só no vídeo.

O que mais me chamou a atenção foi o contexto de consumo, que comprova pontos que a gente afirma sempre: o áudio domina no carro (68%), no trabalho (54%) e durante o exercício físico (51%), enquanto o vídeo ganha espaço quando a pessoa tem atenção disponível de verdade. E 72% dos consumidores mensais já tocaram um videocast em segundo plano ou com a tela minimizada pelo menos uma vez no mês, o que quer dizer que boa parte do que é contado como "consumo de vídeo" nas métricas, na prática, funciona como áudio mesmo. A taxa de atenção e a taxa de conclusão dos episódios ficaram parecidas entre quem ouve e quem assiste, então não existe um formato mais fiel do que o outro, existe só um jeito diferente de consumir a mesma coisa.

E pra quem vende anúncio, o recado direto do estudo é: parem de escolher entre áudio e vídeo, porque 63% acham o anúncio em áudio mais curto e 61% acham menos invasivo, mas o vídeo abre espaço pra integração de marca que o áudio não consegue oferecer do mesmo jeito. Dá pra fazer os dois ao mesmo tempo, e isso não é desculpa pra fazer qualquer um dos dois mal feito.

Fonte: CastNews

2. A curadoria por país sumiu do Apple Podcasts, e quem mais perde é o podcast local

Durante anos, um dos diferenciais do Apple Podcasts foi ter times editoriais que conheciam cada mercado e destacavam programas feitos naquele país nas seções de descoberta do aplicativo, mesmo que nenhum algoritmo tivesse ouvido falar deles ainda. Pois, segundo apuração da Podnews com várias fontes, esse diferencial acabou de desaparecer, e sem nenhum aviso oficial: as seções "Home" e "New" pararam de mostrar uma curadoria pensada por país e agora entregam uma visão só algorítmica, baseada no que a Apple chama de "tipos de usuário", sem nenhum recorte geográfico.

Um leitor canadense mandou pra Podnews a própria tela de "New", e não tinha um único programa feito no Canadá ali em cima; o próprio editor da Podnews contou que, na tela dele, não aparece nenhum conteúdo australiano, só sugestões parecidas com o que ele já escuta. E o formulário que os criadores usavam pra pedir destaque editorial também mudou: não existe mais a opção de mirar uma audiência geográfica específica, "agora é tudo global", resumiu um produtor à publicação. A Apple deu um comunicado dizendo que nada mudou e que a abordagem editorial segue a mesma, só que isso contradiz tanto o que a própria empresa disse direto pros produtores quanto o que qualquer pessoa pode conferir abrindo o aplicativo.

Um produtor canadense resumiu bem a ironia da situação: hoje ele recebe mais recomendação de podcast canadense dentro do Spotify do que dentro da Apple. Isso é particularmente ruim pra gente aqui no Brasil, porque a gente depende muito desse tipo de curadoria local pra conseguir visibilidade dentro de um catálogo gigantesco, dominado por produção americana - se a Apple realmente abandonou esse destaque por país, fica ainda mais difícil pro podcast brasileiro, ainda mais os pequenos, de serem descoberto.

Fonte: Podnews

3. Depois de seis anos, a Fable and Folly vai fechar as portas

Mais uma baixa na conta de quem apostou só em ficção em áudio pra sobreviver: a Fable and Folly, rede dedicada a podcast de ficção, anunciou que vai fechar no fim deste ano, depois de seis anos de estrada. Os próprios fundadores, Sean, Eli e Russ, explicaram que o mercado de publicidade de podcast mudou de um jeito que exigiria um nível de investimento que eles não se sentem confortáveis em assumir agora.

A rede cresceu de uma dúzia de programas em 2020 pra mais de 200 hoje, e a boa notícia pra quem ouve é que os programas não vão simplesmente desaparecer: até o fim do ano a própria Fable and Folly vai ajudar os produtores a migrarem pra novos parceiros de hospedagem e publicidade. Quem assina o Fable and Folly Plus continua com os episódios sem anúncio nos programas que ficarem na rede até o fim do ano, mas a renovação anual já foi desativada, e quem paga mensalidade foi orientado a cancelar e apoiar os criadores direto, pelo próprio site deles ou pelo Patreon.

Eu confesso que fico de olho nesse tipo de notícia com um certo desconforto: ficção em áudio é um dos formatos mais caros de produzir bem, e quando uma rede desse tamanho, com mais de 200 programas, não consegue sustentar o próprio modelo, isso diz muito sobre como a verba de publicidade ainda está concentrada em poucos formatos e poucos nomes.

Fonte: Podnews


AINDA EM NOTÍCIAS DA SEMANA

4. Audacy encerra o Creator Lab, a plataforma que nasceu como Podcorn

Mais uma plataforma de monetização de podcast sai de cena: a Audacy vai fechar o Creator Lab, o serviço de hospedagem e monetização que nasceu em 2019 como Podcorn e foi comprado pela Audacy em 2021 por 22,5 milhões de dólares, com data marcada pro dia 1º de novembro. Segundo o Podcast Index, cerca de 426 programas hoje estão hospedados por lá, e quem usa o prefixo "Podcorn" no feed do seu programa vai precisar removê-lo até o fim deste mês, antes que o serviço saia do ar de verdade.

É mais um sinal de que plataforma de nicho pra monetização de criador independente continua sendo um negócio difícil de manter de pé, mesmo quando tem o bolso de uma rádio grande como a Audacy por trás - e isso deveria deixar todo criador que depende de plataforma de terceiro pra vender anúncio um pouco mais atento a sempre ter um plano B pronto.

Fonte: Podnews

5. A métrica de "impressão" em podcast está em crise, e ninguém sabe bem o que vem no lugar

Um artigo de opinião publicado no AdExchanger, assinado por Krystina Rubino e Lindsay Piper Shaw, defende que o podcast está vivendo o mesmo momento que a publicidade em display viveu há uma década: a palavra "impressão" perdeu o sentido entre as plataformas, enquanto o anunciante continua pagando o mesmo CPM fechado por um inventário com oportunidades de consumo completamente diferentes entre si. Elas citam o teste do Spotify com anúncios que o ouvinte pode pular e a metodologia de "visualização engajada" do YouTube como sinais de que o mercado está perdido quanto a isso.

A diferença, segundo as autoras, é que elas não esperam que surja uma métrica unificada dessa vez - o caminho mais realista seria cobrar transparência, mostrando pro anunciante onde a impressão aconteceu e o que o usuário poderia fazer com aquele anúncio. Esse é um papo que a gente vem acompanhando por aqui há tempo, e que só vai ficar mais urgente conforme mais formatos - áudio, vídeo, clipe, social - disputarem a mesma audiência.

Fonte: AdExchanger

6. A Amazon quer levar o seu podcast pra tela grande da sala de estar

A Amazon anunciou que vai redesenhar o aplicativo Amazon Music pra Fire TV, juntando os podcasts em áudio e em vídeo numa experiência pensada direto pra tela da sala de estar. Segundo a empresa, o novo app chega ainda neste outono do hemisfério norte, com espaços próprios pra podcasts, música, apresentações ao vivo e transmissões de festivais, tudo dentro do mesmo lugar, em vez de simplesmente transportar pra tela a experiência do aplicativo de celular, em que o podcast aparece sobretudo como áudio.

A recomendação também vai ficar mais inteligente entre telas: o histórico de escuta no celular, na Alexa, na web e na própria Fire TV vai influenciar o que aparece pra você em cada um desses aparelhos, e a Alexa+ vai deixar você simplesmente pedir um podcast pelo nome do programa ou do criador, sem precisar digitar nada no controle remoto. As novidades começam a chegar em novembro pros clientes dos Estados Unidos, em aparelhos selecionados, com disponibilidade mais ampla prevista pro ano que vem - então ainda não é pra torcer por isso aqui no Brasil tão cedo.

Mas o movimento reforça uma tendência que a gente já vem comentando por aqui: o podcast está cada vez mais deixando de ser só um troço que se ouve e virando parte de uma experiência de tela única, que mistura áudio, vídeo e busca por voz, tudo controlado pela mesma assistente de inteligência artificial. Quem não tiver ao menos um pé no vídeo vai ficar de fora desse tipo de recomendação entre telas, mais cedo ou mais tarde.

Fonte: CastNews


E MAIS

7. Três CEOs que levaram suas empresas de podcast à escala garantem que o segredo não foi nenhum programa de sucesso

Num artigo convidado para a Sounds Profitable, a Fatima Zaidi, fundadora da Quill e da CoHost, sentou durante o Podcast Movement de Nova York com o Greg Glenday, CEO da Acast, o Dan Granger, CEO da Oxford Road, e a Sharon Taylor, CRO da Triton Digital, pra perguntar como cada uma dessas empresas chegou a um tamanho relevante de mercado - e nenhum dos três credita isso a um programa de sucesso estrondoso ou a uma campanha vistosa.

O Glenday resumiu a resposta dele como "chata, mas é alinhamento": os dois primeiros anos dele à frente da Acast foram gastos focando em uma empresa que tinha crescido em várias direções ao mesmo tempo, abandonando aplicativos e assinaturas para virar, nas palavras dele, "a infraestrutura para os criadores independentes". O Granger chegou lá pela fusão entre a Oxford Road e a Veritone One em 2024, e diz que o orgulho maior dele foi a integração das duas equipes, com valores compartilhados definidos junto com a consultoria Table Group. Já a Sharon falou de capital: com a estrutura da Triton e do ecossistema da iHeartMedia por trás, depois de ter vendido a própria Omny Studio, "se você monta um plano de negócios, a parte do dinheiro fica mais fácil".

Os três também apontaram a medição como uma pedra no sapato do mercado - o Granger, inclusive, é quem mais investe nisso, já que convocou a Alliance for Measurement in Podcasting em julho do ano passado, depois de calcular que a métrica inconsistente coloca mais de 1 bilhão de dólares de confiança do anunciante em risco. E o dado mais animador da conversa veio do próprio Glenday: ele estima que uns 400 dos 500 maiores anunciantes globais ainda têm espaço pra aumentar o investimento em podcast ou pra entrar nessa mídia pela primeira vez. Perguntado se o podcast já chegou ao topo da montanha, ele respondeu: "eu acho que a gente ainda está no porão". E olha que isso é só nos Estados Unidos - imagina aqui no Brasil, onde a maturidade publicitária do nosso mercado ainda é bem menor.

Fonte: Sounds Profitable

8. Pra Sounds Profitable, a IA é "a máquina da média" - e isso muda o que a gente deveria deixar ela fazer no podcast

O Tom Webster, da Sounds Profitable, escreveu um textão depois de passar a semana em Denver, no Content Marketing World, dividindo o mesmo salão de exposições com outros dois eventos de marketing e pesquisa. E ele notou uma coisa interessante: praticamente toda banca ali vendia algum produto turbinado por inteligência artificial. A provocação dele é boa: um modelo de linguagem é construído pra prever a palavra mais provável, e isso significa que ele produz, por definição, a resposta média.

Isso é ótimo pra delegar tarefas repetitivas - ele cita shownotes, transcrição, marcadores de capítulo e operação de anúncio como exemplos perfeitos. Mas, segundo ele, tem duas coisas que uma inteligência artificial não deveria fazer: o anúncio lido pelo apresentador e o conteúdo do programa em si. Porque a intimidade entre quem apresenta e quem escuta é exatamente a vantagem que uma máquina da média não consegue fingir em escala, e ele avisa que tem uma pesquisa nova da empresa saindo em algumas semanas sobre como o ouvinte de podcast reage à inteligência artificial.

Eu assino embaixo dessa ideia: uso IA pra um monte de tarefa chata do dia a dia de produção, mas o dia que eu delegar pra ela o que eu falo no microfone vai ser o dia que eu deixar de ter um podcast pra ter um gerador de conteúdo médio, e ninguém assina um feed pra ouvir isso.

Fonte: Sounds Profitable

9. "Pod Is Life" quer ser o ranking único dos podcasts mais ouvidos do mundo - e o Brasil já entra na conta

Surgiu uma ferramenta nova chamada Pod Is Life, que junta os rankings do Apple Podcasts, Spotify, YouTube, Castbox e Pocket Casts numa pontuação só, batizada de Pulse Score, que vai de zero a cem. Com isso, dá pra montar um ranking combinado por país, e a lista já cobre Estados Unidos, Reino Unido, Canadá, Austrália, Alemanha, Brasil e México.

Cada chart individual mede uma coisa diferente - download, stream, visualização -, então a pontuação combinada não é perfeita, mas, segundo quem já testou a ferramenta, ela costuma bater com os programas que a gente já sabe que são os maiores em cada mercado. Pra quem, como eu, vive comparando audiência entre plataformas, ter esse tipo de visão consolidada, já com o Brasil na lista, é um achado e tanto.

Fonte: Pod Is Life


HOJE NO GIRO SOBRE PESSOAS QUE FAZEM A MÍDIA

10. A beehiiv contratou a primeira Head of Podcasts da empresa, de olho em virar um "sistema operacional de criador"

A Ainsley Rossitto, primeira Head of Podcasts da beehiiv, concedeu entrevista ao Jeff Umbro, do Podglomerate, no podcast Podcast Perspectives, contando por que ela saiu da divisão de podcast da Paramount pra assumir esse cargo recém-criado dentro de uma empresa que nasceu como plataforma de newsletter. Segundo ela, hoje a base de usuários que adicionam podcast à própria conta da beehiiv está quase dividida ao meio entre quem já tinha newsletter e resolveu lançar um podcast, e quem chegou novo direto pelo podcast.

A visão de produto da empresa é virar o que a Ainsley chama de "sistema operacional de criador", com inserção dinâmica de anúncio e um gerenciador de campanha publicitária já no roteiro de lançamentos. É um movimento que faz todo sentido: toda plataforma que nasceu especializada numa coisa só, como a newsletter no caso da beehiiv, está correndo pra virar o lugar único onde o criador publica, monetiza e mede tudo, porque ninguém quer ficar logando em cinco ferramentas diferentes só pra tocar o próprio negócio de conteúdo.

Fonte: Sounds Profitable (via Podcast Perspectives / Podglomerate)


SOBRE LANÇAMENTOS

11. Oi Casada: três amigas falando da vida adulta sem manual de instruções

Tem podcast novo na praça, e ele parte de uma premissa com a qual muita gente vai se identificar: ninguém recebe um manual quando chega a vida adulta. O Oi Casada estreou no dia 29 de setembro e reúne três amigas com cerca de 20 anos de amizade: a Pathy dos Reis, que produz conteúdo há mais de 15 anos, começou no YouTube brasileiro lá nos primeiros anos da plataforma e passou pelo Galo Frito; a Mari Graciolli, que trabalha com internet desde 2010; e a Juliana Muncinelli, a Juzão, que veio da publicidade e passou por empresas de tecnologia. A conversa é sobre a vida depois dos 30: casamento, carreira, independência, família, pais envelhecendo, perda gestacional, e também viagens, comida, esportes e as novas obsessões de cada uma. Sem roteiro rígido e com espaço pra discordância, o que, convenhamos, é o que faz um podcast de conversa funcionar. A primeira temporada tem seis episódios de 30 a 50 minutos, com episódio novo a cada dez dias, em vídeo no YouTube e em áudio no Spotify, Apple Podcasts, Amazon Music e Deezer.

Fonte: CastNews

Ouça no Spotify: Oi Casada


RECOMENDAÇÃO NACIONAL

12. Papicast, o videocast sobre paternidade ativa, está de volta

E a recomendação desta semana é pra você que é pai, que vai ser pai ou que simplesmente acha que já passou da hora de a gente conversar sobre quem cuida das crianças dentro de casa. O Papicast nasceu durante a pandemia, apresentado pelo Tiago Koch, pelo Tadeu França e pelo Dennis Takada, e voltou com uma nova temporada de oito episódios dedicada à paternidade ativa, à corresponsabilidade familiar e ao autocuidado masculino.

O formato ficou mais leve, com cara de roda de amigos, e ganhou um quadro que eu achei uma sacada muito boa: o "Papi de Rua", em que os três saem do estúdio pra conversar com pais na rua sobre como é dividir de verdade o cuidado com os filhos. A proposta é bater de frente com aquela ideia antiga de que cuidar das crianças é tarefa quase exclusiva das mulheres, e é bom ver que o programa conseguiu um patrocinador master pra isso: a Bozzano, da Coty Brasil, que liga a parceria às suas políticas de licença parental neutra. Ou seja, a marca não tá só colando o nome no projeto, tá alinhada com o que o programa defende.

Os episódios saem a cada duas semanas, sempre às sextas-feiras, com pouco mais de uma hora de duração em média, ou seja, dá pra encaixar naquele trajeto mais longo ou na arrumação da casa. Vale muito a pena conhecer.

Fonte: CastNews

Ouça no Spotify: Papicast


Este episódio conta com o apoio da Auphonic.

Todo podcaster já passou por aquela gravação em que praticamente tudo dá errado, né? Uma voz mais alta, outra mais baixa, eco da sala, chiado de fundo, "éééé", pigarro e aquelas pausas longas que parecem não acabar nunca. Soa familiar?

É aí que entra a Auphonic, o seu piloto automático de áudio, que já ajuda mais de 2 milhões de pessoas no mundo inteiro. Ela não só melhora o seu áudio, ela salva a sua gravação, resolvendo problema por problema.

O nivelamento adaptativo equilibra todas as vozes. A redução de ruído e de reverberação dá um jeito na acústica da sua sala. A equalização automática molda o seu som, os vícios de linguagem e os silêncios são cortados automaticamente, e a meta de loudness definida com um clique deixa o episódio pronto pra qualquer plataforma. Tudo isso funciona tanto pra áudio quanto pra vídeo.

E não para por aí. Reconhecimento de voz e transcrição, edição multipistas e legendas automáticas estão disponíveis em todos os planos, inclusive no gratuito. Ele te dá 2 horas de tratamento de áudio por mês, sem restringir nenhuma função.

Da gravação bagunçada ao episódio com qualidade de estúdio, com um clique.

Mas não acredite em mim! Acesse agora auphonic.com, crie sua conta gratuita ou use o cupom OLABRASIL para garantir 15% DE DESCONTO NA SUA ASSINATURA (limitado aos 100 primeiros usuários) e ouça você mesmo a diferença em poucos minutos! 


O Pod Notícias também conta com o apoio da HostGator, um dos melhores serviços de hospedagem do mundo, onde nós hospedamos o nosso site e que dá para o nosso ouvinte até 83% de desconto em planos de hospedagem, além de contar gratuitamente com a rede global da CDN Cloudflare, que tem benefícios insuperáveis e podem ser ativados em um clique em todos os planos. Garanta já seu desconto acessando podnoticias.com.br e clicando no banner que fica no rodapé da página ou em qualquer postagem individual.

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E assim a gente fecha esta 39ª edição do Pod Notícias. Acesse podnoticias.com.br pra ter acesso à transcrição e os links das fontes de todas as notícias deste episódio, e assinar a nossa nova newsletter, entregue toda segunda, quarte e sexta às 9 da manhã direto no seu e-mail!

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O Pod Notícias é um podcast original da Rádiofobia Podcast e Multimídia produzido por mim, Leo Lopes, e publicado pela Rádiofobia Podcast Network, que conta com a colaboração de Camila Nogueira na arte.

Obrigado pela sua audiência e até o próximo episódio!

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