Na semana em que o Governo tomou posse e José Luís Carneiro oficializou a candidatura à liderança do PS, o Poder Público explora as pistas deixadas ― ou não ― por Luís Montenegro, os avisos de Marcelo Rebelo de Sousa e o PS que aí vem.
Um episódio com passagem pelo 10 de Junho, pelas celebrações e não só, num dia que acabou marcado pelos insultos dirigidos ao imã de Lisboa e pelas agressões ao actor Adérito Lopes, por um grupo de neonazis. A política e o ambiente político estão a contribuir para que episódios desta natureza se repitam? É uma derrota para Marcelo, que muito alertou para os populismos e extremismos, sair neste contexto político e social? Porquê o silêncio do primeiro-ministro, a quem não se ouviu ainda uma condenação? E do candidato presidencial Henrique Gouveia e Melo, que preferiu destacar um “momento de união”?
O final do episódio tem, como sempre, o momento Público & Notório.

Marcelo marcou o passo ao Governo nas tempestades e uma ministra que dá trabalho
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Tempestade: um Governo que chegou tarde, uma ministra sem noção e uma porta aberta ao populismo
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