Em 2015, era então eurodeputado, Francisco Assis foi uma das poucas vozes que se opôs à geringonça. É esse o centro desta conversa. O passado, a crise por que passamos e o futuro que se avizinha. A sua posição passada parece reforçada pela atual crise, mas a verdade é que as suas previsões falharam. Esta foi uma das soluções governativas mais longas da nossa história democrática e não se pode dizer que tenha saído cara ao PS. E terá razão quando diz que os entendimentos à esquerda só são possíveis em circunstâncias económicas muito positivas? E que alternativa tem essa suposta impossibilidade num país e numa Europa onde a tendência já não é para a bipolarização política, mas para a fragmentação partidária?

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