Espanha quer os menores de 16 anos fora do “faroeste digital” das redes sociais, como diz o primeiro-ministro Pedro Sánchez, e introduzir mecanismos de verificação de idade que realmente funcionem, tal como pretendem França e Portugal.
O PSD quer travar o uso livre de redes sociais e de outras plataformas por menores de 16 anos, que ficam condicionadas ao consentimento dos pais. Caso a proposta avance, os adolescentes podem continuar no TikTok e no Instagram, por exemplo, entre os 13 e os 16 anos, se os pais o autorizarem. E a utilização autónoma só será possível a partir dos 16.
A Austrália foi o primeiro país a definir esta como a idade mínima de acesso às redes. Um estudo divulgado meses antes referia que sete em cada dez crianças e jovens utilizadores haviam sido expostos a conteúdo prejudicial, incluindo material misógino e violento.
As crianças mais novas devem ser proibidas de aceder a redes sociais e de utilizar telemóveis mas escolas? Laura Sanches, psicóloga clínica, autora de vários artigos sobre o tema no PÚBLICO e de livros sobre parentalidade é a convidada deste episódio.

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