Foram um dia inteiro de Parlamento à volta de Luís Neves. Primeiro, uma audição de quase cinco horas, seguida de mais de três horas de debate sobre a moção de censura apresentada pelo Chega. No fim, a moção foi chumbada e o ministro da Administração Interna garantiu que continua no Governo.
Pedro Adão e Silva considera que a moção permitiu Luís Montenegro defender a continuidade do Governo e insistir na ideia de que os portugueses não querem novas eleições. Para o Chega, foi mais uma oportunidade para se apresentar como a força que desafia o sistema.
Neste episódio do Hoje, Pedro Adão e Silva analisa ainda a estratégia do PS, a forma como o Chega está a explorar o caso e o papel do Presidente da República.

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