Durante décadas, acreditámos que o progresso na medicina era uma estrada de sentido único, mas o último ano veio provar que não há conquistas irreversíveis. Nos Estados Unidos, a dupla Donald Trump e Robert Kennedy Jr. transformou a saúde pública num território de incerteza e teorias da conspiração.
Em apenas doze meses, vimos o regresso de doenças que julgávamos controladas. E, com o corte de milhares de bolsas de investigação e a saída da Organização Mundial de Saúde (OMS), os Estados Unidos estão a abdicar do seu papel de "farol" da ciência, deixando um vazio que a China se apressa a ocupar.
Para analisarmos este recuo histórico e as suas implicações para o mundo e para a Europa, está neste P24 o jornalista do PÚBLICO, Tiago Ramalho.

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