Quando a História tomar o lugar do jornalismo e analisar o que aconteceu em 2025, muito provavelmente definirá o ano que passou como um ano de rupturas. Um ano em que um velho mundo se desmoronou e em seu lugar surgiu um novo mundo de incertezas.
Se muito do que nos espera em 2026 cabe, naturalmente, na categoria da futurologia, é indispensável conhecer o ponto de partida: o que nos deixa o ano que acabou. Para esse exercício, convidámos o professor de Direito Internacional do Centro Regional do Porto da Universidade Católica e ex-ministro da Defesa José Alberto Azeredo Lopes.

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