O número de imigrantes dos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP) está a crescer e o número de imigrantes do sul da Ásia a diminuir. Os dados do Instituto Nacional de Estatística sobre a população estrangeira residente, e regularizada nos últimos cinco, anos mostra que Angola acrescentou mais de 70 mil residentes e que se tornou na segunda maior nacionalidade estrangeira em Portugal.
Como pode ler no PÚBLICO de hoje, o crescimento dos cidadãos dos PALOP não se resume a Angola. São Tomé e Príncipe e Moçambique apresentaram as maiores taxas de crescimento, acima dos 200%. São Tomé e Príncipe quase quadruplicou, de cerca de 13 mil para mais de 46 mil cidadãos, e Moçambique passou de pouco mais de cinco mil para mais de 17 mil cidadãos registados.
Os dois blocos de residentes — PALOP e Sul da Ásia (Índia, Nepal, Bangladesh e Paquistão) — cresceram quase ao mesmo ritmo entre 2021 e 2025, ou seja, na ordem dos 160%. Mas começaram a divergir em 2025. O aumento do custo de vida e o fim de manifestação de interesse têm alguma responsabilidade nisso?
Joana Gorjão Henriques, jornalista do PÚBLICO, especializada nos temas da imigração, é a convidada deste episódio e responde a estas e a outras questões.

Uber, táxi ou papá?
19:25

A NATO começa a ficar mais europeia, mas ainda precisa da América
16:04

A corte de Roberto Martínez está fora do Mundial. Estava escrito nas estrelas
18:19