Rita Magano, médica infecciologista, chegou à República Democrática do Congo para combater o surto de ébola que se tornou o mais letal de sempre no país, com 2.325 mortes confirmadas, de acordo com os últimos dados das autoridades congolesas.
No terreno, as equipas enfrentam um elevado número de doentes e falta de espaço nos centros de tratamento. A resposta também foi dificultada pela demora na declaração do surto, atrasos nos testes de diagnóstico e a desinformação.
Neste episódio do Hoje, ouvimos Rita Magano e conversamos com Tiago Ramalho, jornalista de Ciência do PÚBLICO, que tem acompanhado a evolução do surto. Vamos entender o que está a acontecer no Congo, porque é que o surto se tornou tão grave e porque devemos olhar para esta epidemia mesmo estando a milhares de quilómetros de distância.

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