Foi uma das prioridades do CDS para a nova legislatura, agora acompanhado também pelo PSD: o fim do conceito da violência obstétrica na legislação retirando também da lei o artigo que define penalizações para hospitais e médicos que façam um corte injustificado dos tecidos vaginais durante o parto, num procedimento conhecido como episiotomias.
Publicada há pouco mais de três meses, a lei foi alvo de críticas por parte de ordens profissionais do sector (como é o caso dos médicos e dos enfermeiros) e por profissionais da área. Mas mereceu, por outro lado, a recepção positiva do lado de associações feministas pelos direitos das mulheres na gravidez, que consideraram a introdução do conceito de "violência obstétrica" na lei como "uma grande vitória"
Neste P24, ouvimos o director do Departamento de Obstetrícia e Ginecologia do Hospital Santa Maria, Diogo Ayres de Campos.

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