O Governo vai ouvir, na comissão permanente da concertação social, amanhã, o que os parceiros sociais têm a dizer sobre a reforma laboral. Ao fim de oito meses de negociações, a confiança entre todas as partes parece comprometida.
As confederações patronais acusam a UGT de ter ignorado os resultados das últimas rondas negociais, ou seja, de ignorar os consensos obtidos e de querer reabrir temas que já estavam fechados.
A central sindical responde que só se pode pronunciar sobre “propostas escritas e concretas” e “não consensualizações”, segundo o seu secretário-geral, Mário Mourão.
A ministra do Trabalho, Maria do Rosário Palma Ramalho, afirma que as negociações não se podem eternizar e que, “de uma forma ou de outra, se irá passar “à fase seguinte”.
Contratação a termo, reintegração de trabalhadores despedidos ilegalmente ou o banco de horas individual são alguns dos pontos de fricção desta proposta de alteração da lei laboral.
João Leal Amado, professor da Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra, é o convidado deste episódio.

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