Sem o contingente prioritário, que foi criado em 2023 para os alunos com menos recursos económicos, 41% dos estudantes com escalão A da acção social escolar que entraram nesse ano no curso superior que escolheram não o teriam conseguido fazer. Isto porque a sua nota de candidatura era inferior à nota mínima de entrada através do regime geral de acesso. No entanto, apesar de este contingente estar, em parte, a cumprir o seu propósito, é ainda pouco utilizado pelos estudantes: dos 3367 candidatos elegíveis, apenas 43% optaram por se candidatar por essa via.
Estas são algumas conclusões da Avaliação de Impacto do Contingente Prioritário para Beneficiários de Acção Social Escolar (ASE-A), um estudo do Edulog, o think tank para a educação da Fundação Belmiro de Azevedo, apresentado nesta quinta-feira. Neste P24 ouvimos o coordenador do estudo, Pedro Luís Silva.

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