A série de reportagens “Quando o agressor de violência doméstica é PSP ou GNR”, da autoria da jornalista Ana Cristina Pereira, chegou ontem ao fim.
Ao longo de cinco semanas, o PÚBLICO foi contando vários casos de mulheres agredidas e reflectindo sobre o que mudou nos últimos 50 anos em matéria de violência doméstica. Há muitas mudanças, é verdade, mas também há muitas repetições.
Todos os anos, há mais de 25 mil participações, mas o número de condenados ronda, por norma, os dois mil e o número de agressores em prisão efectiva ronda as duas centenas. O que é que explica etsa discrepância? Será quer podemos dizer que a violência doméstica é um crime (quase) sem castigo?
Graça Rojão, socióloga e directora executiva da Coolabora, uma cooperativa de intervenção social, com gabinetes de apoio a vítimas de violência doméstica, é a convidada deste episódio.

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