Volodymyr Zelensky esteve num verdadeiro périplo que o levou desde a Argentina até Oslo, na Noruega. O objectivo é o mesmo: garantir que o apoio para a guerra contra a Rússia não esmoreça. Mas foi, sem dúvida, o encontro com Biden o mais marcante. Até porque os EUA continuam a ser o principal aliado de Kiev contra a invasão que faz dois anos em Fevereiro.
Biden reforçou a ideia de que esta guerra não é só da Ucrânia e disse que vai continuar a ajudar na defesa contra Moscovo. Por seu lado, Zelensky disse que, ao mesmo tempo que há um impasse nos EUA e na Europa, Putin continua a coleccionar aliados, que vão desde a Coreia do Norte até ao Hamas.
E se as divisões marcam a guerra na Ucrânia, o conflito no Médio Oriente tem também colocado as acções da ONU no olho do furacão. Os EUA vetaram o pedido de cessar-fogo do Conselho de Segurança na ONU, o que provocou uma reacção de incompreensão por parte dos Estados árabes. Para onde caminha o conflito entre Israel e o Hamas?

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