Nortenho e sportinguista. Rui Couceiro nasceu no Porto, mas o seu coração sempre pendeu para o Sporting. “Gostava muito de jogadores raçudos como o Oceano ou o Sá Pinto”, confessa. Revela que a fase recente dos leões foi das mais marcantes que teve como adepto e não esconde a vontade de lançar um livro sobre Ruben Amorim: “Ele não me deixa mentir. Desafiei-o muitas vezes. A última foi agora quando soube que ele ia para o Manchester United. Ele foi como é publicamente. Muito simpático, cordial e educado, mas recusando sempre.” Rui Couceiro afirma que nunca viu ninguém com esta postura no futebol português: “Adoraria fazer a sua biografia porque é um individuo benigno para o futebol e personifica tudo aquilo que este desporto deve ser.”

Ricardo Lemos: “No caso Vinicius, Prestianni devia ter falado logo a seguir ao jogo”
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Paulo Sérgio: “Depois de sair do Sporting, tive salários em atraso em quase todos os clubes”
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Filipe Gaidão: “Tive um grave acidente antes de ir para o Porto, fiquei tetraplégico durante algum tempo, e Pinto da Costa nunca deixou de me apoiar”
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