Para Mário Jardel, o golo não tinha segredos. Foi Bota de Ouro duas vezes, galardão destinado ao melhor marcador da Europa de cada ano, a jogar em Portugal: primeiro pelo FC Porto, depois ao serviço do Sporting. Apesar de estar na história destes clubes, diz que a relação atual não é boa: “Quando venho a Portugal e tento ver um jogo do FC Porto ou do Sporting, nunca consigo um convite. Tenho de ir para camarotes de amigos. Isso deixa-me triste. Não é condizente com a minha história nesses clubes.” Volta a mencionar a difícil relação com os dragões e dá o exemplo de Jorge Costa, que foi seu colega no FC Porto e atualmente é diretor geral para o futebol profissional: “Ligo-lhe a dizer que quero ver um jogo e responde-me que já está tudo esgotado”, lamenta. Saiba mais sobre a história da lenda do futebol neste episódio de Ontem Já Era Tarde.

Ricardo Lemos: “No caso Vinicius, Prestianni devia ter falado logo a seguir ao jogo”
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Paulo Sérgio: “Depois de sair do Sporting, tive salários em atraso em quase todos os clubes”
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Filipe Gaidão: “Tive um grave acidente antes de ir para o Porto, fiquei tetraplégico durante algum tempo, e Pinto da Costa nunca deixou de me apoiar”
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