



Estamos num pântano porque os partidos não se decidem
Luís Montenegro (que não vai dizer sim a tudo), André Ventura (que foi demasiado longe) e os partidos (que não se entendem) são o Bom, o Mau e o Vilão.

O Óscar de ministra mais inábil do governo vai para...
O Tribunal de Contas (que mostrou como funciona o Estado), Marcelo (que devia dar explicações públicas) e a ministra do Trabalho (que marcou uma reunião que não aconteceu) são o Bom, o Mau e o Vilão.

Com esta Justiça, às vezes Portugal parece um faroeste
Luís Montenegro (que cortou na Sport TV), o ministro da Economia (que tem de se preparar para falar sobre temas delicados) e a Justiça (que demora sempre) são o Bom, o Mau e o Vilão.

É preciso mostrar que isto é mesmo para levar a sério
Luís Montenegro (que começa a perceber o que é preciso fazer), a nossa Justiça (que anda de tropeção em tropeção) e o Ministério da Saúde (que nomeou um militante do PSD) são o Bom, o Mau e o Vilão.

Quando tudo falha, os políticos têm mesmo de ir ao terreno
Montenegro e Marcelo (que estiveram em Coimbra), os utentes do 112 (que não sabem o que é uma urgência) e André Ventura (que tinha uma narrativa sobre a emigração) são o Bom, o Mau e o Vilão.

Demissão: Montenegro errou no princípio, no meio e no fim
Marcelo (que levou as Forças Armadas a falarem), Maria Lúcia Amaral (que nunca devia ter ido para o governo) e Luís Montenegro (que perde a ministra no pior momento) são o Bom, o Mau e o Vilão.

Esperem lá: Montenegro não ligou aos autarcas todos?
António José Seguro (que ligou a autarcas afetados pela tempestade), a Justiça (que permite avanços e recuos) e José Sócrates (que tem uma advogada que voltou ao mesmo) são o Bom, o Mau e o Vilão.

Ventura não lidera a direita nem aqui nem na China
António José Seguro (que venceu de forma clara), António Costa (que viu o costismo desaparecer) e André Ventura (que não conseguiu liderar a direita) são o Bom, o Mau e o Vilão.

Montenegro devia deixar tudo e só tratar da tempestade
O primeiro-ministro (que fez mais uma boa comunicação ao país), Marcelo (que devia ter menos pressa na sucessão) e a CP (que parou quando não era preciso) são o Bom, o Mau e o Vilão.

Afinal, a IL sempre sabia de queixas de assédio
O comandante nacional da Protecção Civil (que admitiu o óbvio), o governo (que legislou mal) e a IL (que omitiu informação durante a campanha presidencial) são o Bom, o Mau e o Vilão.