Convidado: Arthur Dapieve, comentarista da GloboNews e professor de Jornalismo Cultural na PUC Rio.
Bad Bunny levou ao palco do maior evento esportivo dos Estados Unidos uma apresentação inteiramente em espanhol, carregada de símbolos latino-americanos e referências a Porto Rico, onde nasceu. Ele foi a atração do intervalo do Super Bowl – final da liga de futebol americano, com audiência de 135 milhões de telespectadores apenas nos EUA – deste domingo (8), realizado na Califórnia.
Quando o cantor porto-riquenho foi anunciado como atração do evento, em outubro do ano passado, Donald Trump disse não saber quem ele era. Depois do show, o presidente americano afirmou que ninguém entende uma palavra do que Bad Bunny diz. Nos Estados Unidos, são 68 milhões de latinos, 20% da população total do país. E o artista, que é crítico da política imigratória de Trump, venceu o Grammy 2026 de Melhor Álbum do Ano e foi o mais ouvido no Spotify global em 2025 – suas músicas já foram reproduzidas mais de 20 bilhões de vezes na plataforma.
Convidado de Natuza Nery neste episódio, Arthur Dapieve conta a trajetória de Bad Bunny, da classe média baixa de Porto Rico até se tornar uma estrela da cultura pop global. Comentarista da GloboNews e professor de Jornalismo Cultural na PUC Rio, Dapieve também analisa o impacto do show para a imagem de Trump e comenta a influência latina na cultura e na economia dos Estados Unidos.