Convidados: Gunther Rudzit, especialista em defesa e segurança nacional, professor da ESPM e professor convidado da Universidade da Força Aérea (Unifa); e Cristian Wittmann, professor da Unipampa e integrante do conselho do ICAN (Campanha Internacional pela Abolição das Armas Nucleares).
No fim da primeira semana de conflito, Estados Unidos e Israel anunciaram que a guerra havia entrado em uma nova fase. E prometeram “aumento drástico” no poder de fogo dos ataques contra o regime iraniano. O Irã afirmou que aguarda os inimigos para responder com “golpes dolorosos” e revelou que poderá usar armas nunca vistas em combate até agora.
Até aqui, os dois lados têm estratégias muito diferentes. Americanos e israelenses fizeram uso sofisticado sistema de tecnologia para acompanhar a localização do aiatolá Ali Khamenei e outras autoridades do regime. Na manhã do dia 28 de fevereiro, decidiram por um ataque de precisão para executá-lo e dar início à guerra. Desde então, os mísseis disparados pelos dois países atingiram ao menos 2 mil alvos no território iraniano.
O Irã já disparou milhares de drones e centenas de mísseis contra Israel e contra países que têm bases militares americanas – alguns desses armamentos alcançam mais de 6 mil km/h e podem carregar ogivas superiores a 1 tonelada. O regime garante que seus equipamentos mais sofisticados não foram colocados em jogo ainda.
Neste episódio, Natuza Nery conversa com o especialista em defesa e segurança nacional Gunther Rudzit para entender o tamanho do arsenal de cada lado do confronto. Professor de Relações Internacionais da ESPM e professor convidado da Universidade da Força Aérea (UNIFA), Gunther também avalia o futuro do conflito.
Participa também do episódio Cristian Wittmann, professor de direito da Unipampa e integrante do conselho do ICAN (Campanha Internacional pela Abolição das Armas Nucleares). Ele analisa como a inteligência artificial está sendo usada na guerra e debate as questões éticas relacionadas a isso.