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A esnobada do Brasil na Pfizer

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Em setembro, o diretor-executivo global da farmacêutica ofereceu ao país 70 milhões de doses de sua vacina anti-Covid. Ainda que, em dezembro, o Ministério da Saúde tenha anunciado a intenção de comprá-las, a Pfizer revela agora que jamais recebeu resposta. E o governo brasileiro reage classificando como “abusivas” as cláusulas apresentadas e atacando a empresa por supostamente almejar um efeito de marketing ao vender para o Brasil. A nova celeuma se desenrola enquanto o país volta ao patamar de mil mortes diárias por Covid-19. “E o que nós temos de vacina até agora não é suficiente nem para atender ao primeiro grupo prioritário”, lembra Denise Garrett, vice-presidente do Instituto Sabin, que atuou por duas décadas no Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) dos EUA. Ela vê risco real de a vacinação ser interrompida, pois a conta de doses a chegar e do tempo que falta para o início da produção local ainda não fecha. Participa também do episódio o economista Thomas Conti, professor do Insper e integrante do Infovid, grupo interdisciplinar dedicado a divulgar informações sobre a doença. Ele desmonta ponto a ponto as alegações do governo para fustigar a Pfizer e alerta para a repercussão do caso: “O que mais preocupa é a negociação com outros laboratórios. Nossa prioridade deveria ser atrair e fazer acordos que não fizemos no ano passado. Estamos no caminho contrário”.
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Um grande assunto do momento discutido com profundidade. Natuza Nery vai conversar com especialistas 
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