No podcast ‘Notícia No Seu Tempo’, confira em áudio as principais notícias da edição impressa do jornal ‘O Estado de S.Paulo’ desta segunda-feira (13/04/2026):
Líder e referência para uma direita populista global, o primeiro-ministro da Hungria, Viktor Orbán, reconheceu a derrota nas eleições gerais de ontem, que vão interromper um domínio de 16 anos no país europeu. Com 97,35% dos votos apurados, o partido Tisza, de Péter Magyar, estava a caminho de conquistar 137 do total de 199 assentos parlamentares, com 53% de apoio, enquanto o partido Fidesz, de Orbán, deveria obter 37% de apoio. Magyar, que provavelmente se tornará o novo premiê, é um ex-aliado de Orbán e rompeu com o Fidesz em 2024. Espécie de ícone do movimento que levou Donald Trump ao poder nos Estados Unidos e da ultradireita na Europa, Orbán, de 62 anos, discursou para seus apoiadores em Budapeste e afirmou que os “resultados das eleições, embora incompletos, são compreensíveis e claros”. “Dolorosos para nós, mas inequívocos.” Além de exportar seu modelo de “democracia iliberal”, o primeiro-ministro húngaro se tornou um incômodo para líderes da União Europeia, que passaram a considerá-lo uma ameaça crescente. Ele se notabilizou por bloquear consistentemente a ajuda europeia à Ucrânia e atenuar as sanções contra a Rússia de Vladimir Putin.
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