Roberto Martínez não é programador para gerir a seleção com tamanha “falta de tato”
De A a Z, as exibições de Portugal foram um U, órbita da sua circulação de bola “lenta e previsível”. A seleção nacional cometeu “erros crassos” contra a República da Irlanda e a Hungria numa janela internacional em que “a única coisa verdadeiramente positiva” foi o golo de Rúben Neves dedicado a Diogo Jota. A equipa de Roberto Martínez adiou o apuramento para um Mundial onde Cabo Verde já está. A análise de Tomás da Cunha e Rui Malheiro em mais um episódio do “No Princípio Era a Bola”
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No Principio era a Bola
O futebol é um jogo simples que muita gente complica. Por isso vamos analisá-lo e descomplicá-lo com…Social links
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