De A a Z, as exibições de Portugal foram um U, órbita da sua circulação de bola “lenta e previsível”. A seleção nacional cometeu “erros crassos” contra a República da Irlanda e a Hungria numa janela internacional em que “a única coisa verdadeiramente positiva” foi o golo de Rúben Neves dedicado a Diogo Jota. A equipa de Roberto Martínez adiou o apuramento para um Mundial onde Cabo Verde já está. A análise de Tomás da Cunha e Rui Malheiro em mais um episódio do “No Princípio Era a Bola”

A liberdade de Alberto Costa, a super-cola que é Luis Suárez e Leandro Barreiro, o homem para uma missão
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A qualidade de Gabri Veiga, a importância de Suárez, o impacto de João Palhinha. E o adeus de Messi à Argentina
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Foi bom para o FC Porto não marcar cedo e o Sporting fez algo essencial para ser mais seguro: teve a bola
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