Começámos por falar da essência ofensiva que muito se nota no futebol que Artur Jorge pôs o Botafogo a jogar para ser campeão brasileiro e sul-americano. Seguimos para um FC Porto de incompatibilidades nos seus jogadores, que “não tem equipa para jogar à grande”, analisámos o brilharete do Santa Clara e ainda houve tempo para uma vénia à arte de Nani, um príncipe do futebol português que decidiu retirar-se.

O azar do Sporting não surge por acaso, a arte de Prestianni já não é caso isolado
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A liberdade de Alberto Costa, a super-cola que é Luis Suárez e Leandro Barreiro, o homem para uma missão
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A qualidade de Gabri Veiga, a importância de Suárez, o impacto de João Palhinha. E o adeus de Messi à Argentina
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