O melhor jogo da época dos dragões foi aquele em que demorou mais tempo a fazer um golo, mostrando que tem mais potencial ofensivo do que se julgava. E os leões, mesmo voltando a sofrer, conseguiram a exibição mais estável do processo transformativo com Rui Borges. Depois de matutarmos sobre a possível primeira titularidade de Schjelderup no Benfica, falámos da pujança do Santa Clara de Petit e Gonçalo Paciência, do Famalicão a soluçar com Carlos Carvalhal e do AC Milan de Ruben Amorim, sempre fiel ao 3-4-3. Episódio conduzido por Diogo Pombo

A ânsia do Benfica em ir para a frente e a amizade cada vez mais forte de Froholdt com a área adversária
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Acabou a circulação em U de Martínez na seleção, começou o quase delírio em torno de Ronaldo
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O novo Portugal de Jesus dá prioridade à carapaça mental (e ao talento) de João Félix
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