O melhor jogo da época dos dragões foi aquele em que demorou mais tempo a fazer um golo, mostrando que tem mais potencial ofensivo do que se julgava. E os leões, mesmo voltando a sofrer, conseguiram a exibição mais estável do processo transformativo com Rui Borges. Depois de matutarmos sobre a possível primeira titularidade de Schjelderup no Benfica, falámos da pujança do Santa Clara de Petit e Gonçalo Paciência, do Famalicão a soluçar com Carlos Carvalhal e do AC Milan de Ruben Amorim, sempre fiel ao 3-4-3. Episódio conduzido por Diogo Pombo

O azar do Sporting não surge por acaso, a arte de Prestianni já não é caso isolado
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A liberdade de Alberto Costa, a super-cola que é Luis Suárez e Leandro Barreiro, o homem para uma missão
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A qualidade de Gabri Veiga, a importância de Suárez, o impacto de João Palhinha. E o adeus de Messi à Argentina
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