Veio de baixo, da última divisão distrital, onde disse que queria estar na I Liga dali a 10 anos. E chegou lá bem antes. Ao fim da terceira época no Rio Ave, período em que o clube esteve 16 meses impedido de inscrever novos jogadores, Luís Freire manteve os vila-condenses no campeonato a jogarem, sempre, sem encolhimentos: “Foi um desafio que fiz aos jogadores quando saímos da II Liga: jogar o nosso jogo contra os grandes. Tentar ao máximo e temos de conseguir por vezes.” Aos 38 anos, o treinador fez uma pausa nas férias para nos falar da sua ascensão, do crescimento do Rio Ave e do conforto que sente em jogar para ganhar, seja onde for.

A liberdade de Alberto Costa, a super-cola que é Luis Suárez e Leandro Barreiro, o homem para uma missão
51:17

A qualidade de Gabri Veiga, a importância de Suárez, o impacto de João Palhinha. E o adeus de Messi à Argentina
45:27

Foi bom para o FC Porto não marcar cedo e o Sporting fez algo essencial para ser mais seguro: teve a bola
57:43