Veio de baixo, da última divisão distrital, onde disse que queria estar na I Liga dali a 10 anos. E chegou lá bem antes. Ao fim da terceira época no Rio Ave, período em que o clube esteve 16 meses impedido de inscrever novos jogadores, Luís Freire manteve os vila-condenses no campeonato a jogarem, sempre, sem encolhimentos: “Foi um desafio que fiz aos jogadores quando saímos da II Liga: jogar o nosso jogo contra os grandes. Tentar ao máximo e temos de conseguir por vezes.” Aos 38 anos, o treinador fez uma pausa nas férias para nos falar da sua ascensão, do crescimento do Rio Ave e do conforto que sente em jogar para ganhar, seja onde for.

O FC Porto deixou o Benfica a jogar à apanhada até Schjelderup liderar a reação. O Sporting não matou em Braga antes da oportunidade Bodø
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O perigo em que o FC Porto se coloca e Schjelderup, que já não precisa de nota 10 para ser decisivo no Benfica
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O extremo em melhor forma no FC Porto ainda não está feito. E o Benfica, será que vai a Madrid de peito aberto?
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