Três jogos emocionantes, dois desempates por penáltis, uma grande surpresa, um encontro a terminar quando já era quase de manhã em Portugal. O primeiro dia cheio dos 16 avos de final foi vibrante, com Marrocos a confirmar a sua competitividade, o Paraguai a acentuar a crise da Alemanha e Ancelotti a ajudar o Brasil a dar a volta ao Japão. Análise de Tomás da Cunha e Rui Malheiro, emissão conduzida por Pedro Barata

A Argentina habituou-se a rir na cara do perigo, mas está a colocar-se a jeito
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A cultura da mediocridade e conformismo instalou-se na seleção. Sai Martínez, que deixa uma mão-cheia de nada, mas como será o futuro?
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Não é a melhor Espanha, mas é a Espanha e Portugal devia ser capaz de resolver o conflito entre o que precisa e o que vai apresentar
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