Convidado especial do podcast “No Princípio Era a Bola”, o técnico, bicampeão nacional na Luz, recorda o ano em que o assalto ao penta foi falhado, acrescentando que, naquele mercado de transferências, “poderia ter havido uma aposta diferente”. Feliz por ter alterado o paradigma de promover jovens do Seixal, quer sentir um “chamamento” para um projeto que o seduza, embarcando em novo trabalho depois de ter vivido o “mundo novo” das seleções, no Egito, onde “toda a gente reconhece Salah como ídolo”, mas “ninguém quer passar pelo que ele passou”

A liberdade de Alberto Costa, a super-cola que é Luis Suárez e Leandro Barreiro, o homem para uma missão
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A qualidade de Gabri Veiga, a importância de Suárez, o impacto de João Palhinha. E o adeus de Messi à Argentina
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Foi bom para o FC Porto não marcar cedo e o Sporting fez algo essencial para ser mais seguro: teve a bola
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