Numa final do Mundial de 2026 em que a Argentina destruiu alguma da imagem que Lionel Scaloni deixou ao longo do tempo, a Espanha confirmou a sua superioridade coletiva, num Mundial tantas vezes marcado pelas figuras individuais. Tomás da Cunha faz um rescaldo da final e do próprio torneio, melhor dentro dos estádios do que fora deles. Emissão conduzida por Lídia Paralta Gomes

O azar do Sporting não surge por acaso, a arte de Prestianni já não é caso isolado
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A liberdade de Alberto Costa, a super-cola que é Luis Suárez e Leandro Barreiro, o homem para uma missão
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A qualidade de Gabri Veiga, a importância de Suárez, o impacto de João Palhinha. E o adeus de Messi à Argentina
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