A senadora eleita Damares Alves (Republicanos) não apresentou provas das gravíssimas acusações que fez, num culto religioso, sobre violência sexual contra crianças na Ilha de Marajó, no Pará. Mais de 2 mil páginas de documentos foram enviadas pela assessoria da ex-ministra bolsonarista para o Estadão, que não encontrou qualquer registro dos casos descritos por Damares num evento na Assembleia de Deus Ministério Fama, em Goiânia (GO). Ela afirmou, na ocasião, que havia imagens de crianças de 4 anos cruzando as fronteiras com os dentes arrancados “para não morderem na hora do sexo oral”.

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