



Os filtros das redes sociais prejudicam a saúde mental?
Escolhemos as melhores fotografias e, por vezes, usamos filtros para parecermos mais bonitos. O psiquiatra Gustavo Jesus explica o impacto que a comparação permanente tem na nossa autoimagem.

Quem teve depressão ou burnout pode voltar a trabalhar?
No mercado de trabalho há a ideia de que quem teve depressão ou burnout nunca mais poderá trabalhar da mesma forma, com as mesmas responsabilidades ou sucesso. A depressão trata-se ou cura-se?

As pessoas com doença mental são mais violentas?
Quando se fala de um crime violento, não é raro que surja associado a uma eventual doença mental do suspeito. Essa ideia corresponde à verdade ou tem mais a ver com as nossas próprias percepções?

Só precisa de terapia quem não tem amigos?
Partilhar um problema com amigos ou familiares é sempre uma boa forma de o tornar mais leve. Mas será que essas conversas substituem a necessidade de psicoterapia, em caso de doença mental?

Os pirómanos são criminosos ou são doentes?
É um tema recorrente nos verões portugueses — e este não está a ser exceção. Gustavo Jesus explica o impacto da doença mental nos incêndios florestais.

Há pessoas com personalidade múltipla?
É uma ideia muito explorada no cinema e na literatura, mas existirá na realidade? Gustavo Jesus explica o que é perturbação dissociativa da personalidade e o que significa ter sintomas dissociativos.

A depressão é genética?
A ideia parece ter surgido em oposição ao estigma de que só deprime quem não sabe lidar com os problemas da vida. A verdade estará algures numa fórmula de 50/50. O psiquiatra Gustavo Jesus explica.

Os ataques de pânico podem matar?
As pessoas que têm ataques de pânico dizem muitas vezes que sentem que vão morrer a qualquer momento, fruto de um problema cardíaco. Mas há quem garanta que pode mesmo acontecer. Mito ou risco real?

As crianças não têm doenças mentais — têm é mimo?
É comum ouvirmos que a vida das crianças é boa demais para terem problemas — e que o problema são os pais, que as mimam. Mas o mundo mudou, há riscos novos e alguns mitos no passado para desfazer.

Os eletrochoques são um tratamento desumano?
É um exagero usar choques elétricos para tratar a depressão? E continua a ser um tratamento doloroso, muitas vezes visto como tortura? O psiquiatra Gustavo Jesus fala-nos de eletroconvulsoterapia.