André Ventura e António José Seguro são os candidatos presidenciais que vão disputar a segunda volta, a 8 de fevereiro. Vários dirigentes e militantes de partidos de direita vieram a público mostrar o seu apoio a Seguro, enquanto que Ventura não tem conseguido recolher simpatizantes no espaço público. O líder do Chega representa mesmo um perigo para a democracia, como tem sido referido por vários apoiantes de Seguro? De que forma pode o Ventura atrair os votantes de outros partidos de direita? Carlos Guimarães Pinto, Cristina Rodrigues e Miguel Morgado analisam os resultados e as consequências políticas das eleições presidenciais, no Linhas Direitas em podcast. Emitido na SIC Notícias a 21 de janeiro.

Miguel Morgado: “Se Seguro passar à segunda volta quando a esquerda está em ruínas, é um atestado de ausência de liderança da direita toda”
18:43

Carlos Guimarães Pinto: “Marques Mendes era tratado com simpatia por quase todos os quadrantes. Com a campanha é tratado como uma espécie de Al Capone de Fafe”
21:33

Miguel Morgado: “Marques Mendes não tem mais nada além do o apoio do PSD, o que pode ser suficiente para ser Presidente”
20:21