A descentralização é, provavelmente, uma das maiores fontes de resiliência nas colónias de formigas. Nas sociedades de insectos sociais, não há líder nem plano predefinido. Cada indivíduo toma decisões com base, sobretudo, em informação local. Mesmo a rainha, que é responsável pela reprodução, pode ser substituída.
A organização descentralizada contribui para a resiliência, ao garantir que nenhum indivíduo é insubstituível. Assim, permite que as colónias sejam resistentes à perda de indivíduos. Além disso, as perturbações no sistema podem ser resolvidos à medida que ocorrem, sem a necessidade de comunicações demoradas com "gestores".

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