Bruno Marques, investigador doutorado em História da Arte Contemporânea, é o curador da exposição “Liebestod – amor e morte”, de Vasco Araújo, patente no Espaço Sismógrafo, no Porto
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O Desenho, essa forma arte tão subvalorizada
“É crucial haverem tentativas e pinturas falhadas”
“J-A França: uma vida em que cabem várias vidas”